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Se o eleitor é Rei, a Internet é Deus!

15 de setembro de 2016

Estamos em ano eleitoral, porém atravessamos um período crítico na política brasileira com insatisfações para todos os lados e uma retração econômica como há muito tempo não se presenciava no país. A radicalização da democracia é gritante e a sociedade não se contenta mais em ficar nos bastidores. Ela quer ser a protagonista, ela tem sede de mudança e vai lutar para que o seu voto se faça válido nas urnas.

internet vs televisão política

Responsável por significativas alterações na comunicabilidade governamental, desde que entrou em vigor, a A Lei nº 13.165/2015, conhecida como Reforma Eleitoral 2015, tem transformado a forma de se fazer ações de marketing e de se comunicar com o eleitor. Neste contexto, a internet se torna o principal palco para as atuações e uma importante ferramenta de análise e mensuração de resultados dos investimentos.

Uma pesquisa realizada pela Nielsen aponta que, no Brasil, mais de 68 milhões de pessoas acessam a internet pelo smartphone. Outra pesquisa realizada pelo IBOPE indica que metade dos eleitores brasileiros receberam informações sobre política pelo Facebook, Twitter ou WhatsApp. A grande aposta para esse ano é a adoção de práticas e estratégias voltadas para esse público, e criar um relacionamento verdadeiro é vital para o êxito das ações.

No meio online não há espaço para enrolação. Qualquer mensagem transmitida tem um enorme poder de propagação e para que a campanha política alcance o sucesso pretendido, é de fundamental importância o candidato prezar pela sua imagem e pela imagem do partido que representa, utilizando para isso uma comunicação clara, leal. Internet é conversa, é troca. Os dispositivos móveis permitem uma ampla gama de ações e a eleição nada mais é do que colheita. O candidato precisa ir onde seus eleitores estão e a maior concentração de potenciais votos está presente, hoje, nas redes sociais. Sem burocracia, a regra é clara: Não é permitido nenhum tipo de “post patrocinado” nas mídias sociais e qualquer identificação do tipo acarreta em severas multas e penalidades ao proponente.

Antes de qualquer tomada de decisão, é imprescindível ter um planejamento que envolva conhecer o seu público e saber quais canais utilizar para chegar até eles. Criar discursos segmentados e adequados aos interesses dos eleitores. O conteúdo é o principal meio de se obter audiência e engajamento, então deve-se ter um propósito, uma temática ajustada a cada canal para que seja melhor explorado. Vale lembrar que o usuário que interage com uma publicação, na maioria dos casos, espera ser correspondido. É indispensável o candidato focar no real time e se organizar para responder à todos.

Todas essas práticas devem ser acompanhadas e executadas por um profissional que seja, antes mesmo do meio digital, experiente no meio político. Definitivamente não é o momento para amadorismos. Os impactos de uma campanha política mal feita são irreparáveis, principalmente no meio online. A recomendação é que o candidato vá em busca de uma equipe competente, que saberá transformar suas ideias em ações assertivas e consistentes.

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